O MUNDO DE PEDRA NÃO TEM CORAÇÃO
Desde que encheram as ruas de asfalto e construíram mansão o homem virou pedra, sem coração. Meu personagem Zé Roela, quando saiu da casa dos pais em busca de vida boa e bem vivida, encontrou o mundo de pedra como saída. Ele pensava -meus pais, meus vizinhos e minha comunidade era pobre, porém todos se entendiam. Davam bom dia, boa tarde e boa noite, ainda perguntavam como vai e os ouvia. Estou sentado nesse banco de pedra há meio dia e ninguém me ver. Com sede e com fome e uma dor no peito que me consome. Vemos tanta comida jogada fora, tantos espaços para pouca gente, vemos gente com fome e amontoado num espaço que mal dar para se mover. O mundo de pedra nada tem a oferecer. gege
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